o título agora tem outra dona: cat power.
eu não sou um escritor bom o bastante pra expressar o quanto esse show foi importante pra mim.
tenho uma relação com a Chan de identificação e transferencia muito não-saudavel e tipo, vê-la cantando lived in bars e metal heart do jeito que ela cantou me fez muito bem. gosto de saber que a Chan cresceu pra caralho, tanto musicalmente, quanto como pessoa. A adolescente auto destrutiva conseguiu lidar melhor com todos os problemas adolescentes e hoje usa isso como carga dramatica nas músicas.
Ela pode cantar blues, ela foi triste por tempo demais, tem cacife pra isso.

Nenhum comentário:
Postar um comentário