segunda-feira, 12 de maio de 2008

Não vi metade dos filmes que falei ai embaixo, o que é um costume bem comum meu, locar trocentos filmes e acabar não vendo por falta de tempo/paciência, inclusive tenho razões concretas pra acreditar que eu sustento boa parte dos novos filmes comprados pela Foxy (minha locadora).

Pra foder de vez a minha vida acadêmica, eu comprei Extremely Loud & Incredible Close, que é do tipo de livro que eu não consigo parar de ler (e olhe que isso é dificil, acho que só quem conseguiu isso foi o Hermann Hesse, Milan Kundera e agora o Safran Foer) e que me faz sentir os apertos no coração.

Eu acho que o que me fode é a relação do Oskar com a familia dele, não, me fode mais a relação da avó dele com o passado dela. Desde "Uma vida iluminada" esse tema de busca de raízes me deixa bem malzinho, até porque eu não sei nada sobre a minha familia, a vida dos meus pais, da minha avó, não sei nem quem foram meus avôs, de que eles morreram, será que meu avô paterno abandonou a minha avó? Porque ela nunca mais tentou namorar outro homem? Minha avó era feliz com ele? Sei lá. Eu foco tanto na minha vida e na vida dos outros distantes, que eu acabo me esquecendo da vida da minha propria familia. E agora eu acho que tou velho demais pra perguntar essas coisas, que é tarde demais pra saber.

Um comentário:

Bernardo Zirpoli disse...

Tempestade em copo d'água.

Pergunta que eles respodem.

PS: Existe um filme chamada "Uma rua chamada pecado"?